domingo, 18 de dezembro de 2011

Mundo das Marcas CHRISTIAN DIOR

                      CHRISTIAN DIOR


A marca CHRISTIAN DIOR é um ícone da moda de alta costura. Inventou o chamado “New Look”, que ao longo de sua história fez a própria tradução física dos sonhos e da fantasia humana através de seus vestidos. A marca é, talvez, a mais influente, chique e glamorosa do fascinante e extravagante mundo da alta costura. Fruto da cabeça criativa e inovadora, que adorava romper e quebrar tendências, do estilista Christian Dior.
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A históriaConsiderado o new look da moda internacional até hoje, Christian Dior era uma pessoa de temperamento difícil e complicado, mas conhecia seu ofício quando desenhava seus croquis para a alta costura francesa. O estilista nasceu na cidade de Granville, balneário conhecido como a Mônaco do norte da França, em 21 de janeiro de 1905. Na época, a família Dior tinha uma boa situação financeira, seu pai era um próspero comerciante de fertilizantes, o que lhe garantiu uma infância e juventude tranqüila. Seriam as roseiras de sua mãe, Madeleine, que inspirariam o futuro estilista a criar seus modelos florais e orientais para, como dizia ele, “embelezar as mulheres”. Mesmo com o grande interesse em artes, especialmente o desenho, estudou ciências políticas, por influência de seu pai, com a intenção de seguir uma carreira diplomática. Após terminar o curso, gastou seu tempo viajando pela Europa, até que, em 1927, abriu uma galeria de artes, em sociedade com o amigo Jacques Bonjean. Eles chegaram a expor alguns trabalhos de amigos como Christian Bérard.
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-Em meados de 1934, Dior enfrentou uma grave doença. E o que é pior, não podia contar mais com o dinheiro da sua família que, desde 1931, atravessava vários problemas financeiros. Em 1935, recuperado e disposto, começou a desenhar croquis para o Figaro Illustre, jornal parisiense que os publicava semanalmente na seção de alta costura. Depois de conseguir vender uma coleção de desenhos de modelos de chapéus, o inventivo Dior elaborou croquis de roupas e acessórios para várias maisons de Paris, até que, em 1938, ingressou de cabeça no mundo da alta costura ocupando o cargo de assistente do estilista suíço Robert Piguet. Nesse ínterim, explodia a Segunda Guerra Mundial e Dior foi convocado para a batalha, na qual atuou como soldado do corpo de engenheiros.
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-Em 1941, já trabalhando na Maison do estilista francês Lucien Lelong, conheceu o francês Pierre Balmain, que depois se tornaria um grande e importante estilista francês. Nessa altura, o estilista, então com 41 anos de idade, almejava ter a sua própria Maison e conseguiu concretizar o sonho com a ajuda financeira do então magnata e empresário dos tecidos, Marcel Boussac, no dia 16 de dezembro de 1946 com a fundação da The House of Dior. O lendário endereço, em Paris, o número 30 da Avenida Montaigne é o mesmo até os dias de hoje. No dia 12 de fevereiro de 1947 lançou sua primeira coleção chamada “Carolle Line” que contava com a revolucionária saia na altura do tornozelo, apelidada pela redatora da conceituada revista americana Harper’s Bazaar, Carmel Snow, de “New Look” (novo visual). Contendo inúmeras variações e novidades para época, a coleção se tornou um sucesso imediato, principalmente pelos ombros arredondados, cinturas acentuadas, saias rodadas, vestidos suntuosos, fartos, com cintura bem fininha e ombros à mostra. O modelo que se tornou o símbolo do “New Look” foi o tailleur Bar, um casaquinho de seda bege acinturado, ombros naturais e ampla saia preta prissada, que vinha quase até a altura dos tornozelos. Luvas, sapato de salto alto e chapéu completavam o figurino.
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-Além de causar fascínio pela sua elegância e luxo, o conceito do New Look vinha carregado de extravagância e exagero: vestidos tradicionalmente feitos com 5 metros de tecido, agora usavam até 40 metros. Ele conquistou de cara o mundo da alta costura pela ousadia e por causar impacto com suas roupas – afinal, para ele, “as peças eram feitas não somente para serem bonitas, mas também para chocar”. O estilista conseguiu mudar o conceito de praticidade e simplicidade das roupas femininas, até então uma necessidade dos tempos de guerra e uma tendência da moda criada por Chanel. Após alguns anos de reclusão, a mulher pós-guerra queria se sentir novamente feminina e estava ansiosa em recuperar a elegância e o luxo verdadeiro. Nos bailes, que à época se sucediam aos jantares, as mulheres ricas e célebres compareciam usando Dior. O estilista criou modelos extremamente femininos, luxuosos, sofisticados e elegantes, inspirados na moda da segunda metade do século 19. Os vestidos eram mais longos, o busto mais acentuado, a cintura bem marcada e as saias amplas.
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-Ainda em 1947 foi fundada a divisão de perfume, conhecida como Parfums Christian Dior, que iniciou suas atividades com o lançamento da fragrância Miss Dior, um verdadeiro clássico até os dias de hoje. Em apenas um ano, a coleção New Look teve mais de dez mil encomendas. A volta por cima da beleza feminina fez a cabeça de mulheres célebres como Eva Perón, Grace Kelly e Marlene Dietrich. Em 1949, dois anos após a inauguração, a Maison Dior já era responsável por mais de 5% das exportações francesas. Nesta época, Christian Dior já tinha uma casa de prêt-à-porter de luxo em Nova York, além de estar bem estabelecido para assinar contratos de licenças com empresas americanas. No ano de 1954, ele mudou tudo com a apresentação da linha H (H de haricot vert, uma vagem comprida): nada de busto e cintura apertada. Dior inovou mais uma vez ao imprimir estilo com vestidinhos tubulares que escondiam as formas. O vestido-saco revolucionou de forma surpreendente cabeças e corpos. Também criou modelos luxuosos, com muita seda e tule bordado, além dos vestidos de tecidos transparentes, com saias sobrepostas e comprimentos dos mais diversos.
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-A linha Y surgiu em 1955 e mostrava um corpo longo com a parte superior mais pesada, além de golas grandes que se abriam em forma de V. A linha A trouxe vestidos e saias que se abriam a partir do busto ou da cintura para formar os dois lados de um A. Com apenas 52 anos de idade e dez anos depois de fundar sua Maison, Christian Dior morreu precocemente em 23 de outubro de 1957 após sofrer um ataque cardíaco fulminante. Deixou um verdadeiro império do luxo, com 28 ateliês e 1.200 empregados. Os números impressionavam: em dez anos de existência, foram vendidos mais de 100 mil vestidos, um milhão e quinhentos mil metros de tecido decorados e 16 mil croquis realizados. Além disso, ele ingressou no mercado de massa em Nova York, foi capa da revista Time (segurando a inseparável tesouro de costura), e, ao democratizar suas criações, foi acusado de banalizar a cultura francesa. Estava adiante de seu tempo. Inaugurou lojas DIOR na Inglaterra, México, Cuba, Canadá e Japão. Para assumir a direção de criação da grife, após sua morte, foi escolhido o então jovem e talentoso Yves Saint-Laurent, que provocou protestos dos discípulos de Dior por ter criado peças poucos tradicionais para a marca, como jaquetas de couro e vestidos curtos.
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-Em 1962, Saint-Laurent resolveu abrir sua própria Maison, e em seu lugar assumiu Marc Bohan, um estilista francês mais experiente. Seus modelos mais influentes foram apresentados em 1966, baseados no filme Dr. Jivago, com casacos amplos de cintura apertada, vestidos longos e botas. No final desta década, dois acontecimentos foram de extrema importância para a marca: em 1967 a inauguração da primeira loja exclusivamente masculina (DIOR HOMME) e, em 1969, o estabelecimento da divisão de cosmético, que seria responsável por consolidar a marca DIOR ainda mais como um ícone do segmento de luxo. A partir de 1989, o italiano Gianfranco Ferré, em uma clara tentativa de renovação da Maison, foi escolhido como o novo nome da marca CHRISTIAN DIOR. Logo em sua primeira coleção ganhou o Dedal de Ouro oferecido pela empresa Helena Rubinstein ao melhor estilista de cada temporada. Em 1990, lojas sofisticadas da DIOR foram inauguradas em lugares luxuosos de Nova York, Los Angeles e Tóquio.
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-Desde 1997, o inglês John Galliano é o designer da grife e responsável pela criação das coleções de alta costura e prêt-à-porter feminino. E chegou para incendiar a marca francesa. O estilista assumiu o posto criativo da CHRISTIAN DIOR com o respaldo de nada menos que Bernard Arnault, o todo-poderoso do grupo LVMH, influente conglomerado do segmento de marcas de luxo, que havia adquirido a grife em 1984. Ao colocar Galliano, um rebelde, inglês e iniciante, à frente da Maison Dior, os franceses ficaram chocados. Porém, apenas um ano depois, a marca voltou a dar dinheiro. John Galliano causou uma reviravolta na DIOR. Houve dois “escândalos”, no bom sentido da palavra, que fizeram com que a marca voltasse aos bons tempos: a simples contratação de John Galliano e a “coleção dos mendigos”, que causou frisson ao desfilar modelos vestidos como mendigos na passarela. O estilista é convencido de que o esquisito, mesmo chocante, vende. Já colocou nas passarelas trapezistas, acrobatas chineses, monges Shaolin, freiras e esfinges. Considerado um gênio rebelde, o estilista comandante da DIOR falava pouco em público, mas não precisava disso para virar notícia. Em um dos seus últimos desfiles de alta costura, modelos exibiram vestidos em estilo império, recobertos de bordados preciosos. Enquanto isso, uma banda de hard rock tocava e destruía seus instrumentos a chutes e pauladas. Recentemente, no início de março de 2011, o estilista, filho de um encanador inglês e de uma espanhola, depois de ter sido suspenso de suas atividades após ter sido detido em Paris, acusado de insultos antissemitas, foi demitido pela marca francesa. O italiano Riccardo Tisci foi nomeado novo diretor criativo da maison.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

TENDÊNCIA FESTAS

  PEQUENO NOTÁVEL


Ideia brilhante ,ilumine a produção de festa de fim de ano com a ajuda dos paetês .

                    

FASHION RIO NEGÓCIOS

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Junte-se ao que há de melhor MODA+ NEGÓCIOS

                                      

domingo, 4 de dezembro de 2011

Grife Italiana de susesso no Brasil

  A BOTTEGA VENETA é a grife em ascensão no concorrido e bilionário segmento de luxo. Conhecida por suas bolsas, sapatos e cintos feitos impecavelmente em couro, cujos valores ultrapassam sem muita dificuldade a barreira de €1.000, a marca italiana não ostenta logotipo (seu nome é escrito por extenso no interior de seus produtos). Discreta, a italiana BOTTEGA VENETA domina hoje as páginas iniciais das principais revistas de moda internacionais, e começa a incomodar muitos ícones luxuosos como a francesa Hérmes.

A história
A história da BOTTEGA VENETA, que em italiano significa “loja veneziana”, mas nasceu em Vicenza, cidade ao norte da Itália reconhecida por abrigar até hoje hábeis ourives, começou em 1966 quando o casal Vittorio e Laura Moltedo inaugurou um pequeno, porém dinâmico negócio que manufaturava produtos e artigos luxuosos em couro. Desde seu nascimento, a marca italiana ficou conhecida por tratar o couro usado em sapatos, bolsas e acessórios com o mesmo cuidado com que um artesão manipula filetes de ouro. Seu maior patrimônio era - e continua sendo - o “Intrecciato”, o couro trançado, quase como uma cesta. Para a BOTTEGA VENETA, o desfile dos logotipos de maneira óbvia era considerado um tipo de traição ao princípio do produto feito à mão, que é único e pessoal. As iniciais BV só apareciam discretamente dentro das bolsas.


No final da década de 70, a marca italiana lançou, em 1978, o que viria a se tornar um de seus maiores ícones: as pequenas bolsas de mão para festas (conhecida em inglês como “Knot”). Na década de 80 os acessórios da grife se tornaram extremamente populares entre os freqüentadores da lendária boate novaiorquina Studio 54, tendo no cultuado artista pop americano Andy Warhol, um de seus mais notáveis divulgadores. Na década de 90, o interesse pela marca despencou e a BOTTEGA VENETA se viu restrita a um punhado de consumidores abonados. Foi quando a família Moltedo resolveu contratar em 1998 o jovem estilista inglês Giles Deacon para literalmente “chacoalhar a marca”. Sob seu comando a grife lançou a primeira coleção pret-à-porter (roupas) em 2000. O sucesso foi imediato, apesar de suas criações espalhafatosas, e BOTTEGA VENETA começou a chamar a atenção de outras grandes marcas de luxo.

Foi então, que em julho de 2001, o Grupo Gucci, que hoje pertence ao conglomerado de luxo PPR, comprou 66% da BOTTEGA VENETA por US$ 156.8 milhões. A primeira providência dos novos proprietários foi contratar um novo diretor criativo, o alemão Tomas Maier, para revitalizar a marca, isto é, modernizar o tradicional. Tomas Maier deu um novo impulso a marca italiana, mantendo o estilo clássico e atemporal, lançando a sua primeira coleção de ready-to-wear, tanto para mulheres como para homens. Era o renascimento da marca italiana no concorrido mercado de luxo.

Nos anos seguintes o alemão desenvolveu um conceito de luxo baseado em criação artesanal diferenciada, design inovador, funcionalidade contemporânea e materiais da mais alta qualidade. Com o suporte financeiro dos novos proprietários, pouco a pouco, a BOTTEGA VENETA, então com apenas 17 lojas no mundo, foi crescendo, inaugurando lojas em outros países (como em 2002, quando abriu três lojas localizadas em Paris, Londres e Milão) e fazendo produtos cada vez mais de alta qualidade, estilo e extremo luxo, cujos preços beiravam o absurdo.

Em 2004, além do lançamento da sua primeira coleção de joalheria, a marca italiana inaugurou uma enorme loja de dois andares em plena Quinta Avenida na cidade de Nova Iorque, dando um belo exemplo de como crescer sem perder a aura de boutique. Na loja, cada um dos puxadores das portas é feito em couro - e à mão - os tapetes são de lã artesanal da Nova Zelândia e há uma sala dedicada a artigos feitos sob medida em couro para homens e mulheres. Tem clima de pequena butique dentro de uma imensa loja. Em 2006 a grife italiana expandiu sua área de atuação ao lançar uma luxuosa e moderna coleção de móveis para casa. Neste mesmo ano inaugurou sua segunda loja em Paris, localizada na badalada Avenida Montaigne. Além disso, no verão, inaugurou uma escola para ensinar o ofício de trabalho artesanal em couro chamada Veneta della Scuola Pelletteria, que apóia e ajudas as novas gerações de artistas. Nos anos seguintes a BOTTEGA VENETA levou seu estilo clássico e luxuoso para outros segmentos, lançando coleções de óculos.

Recentemente, assim como muitas de suas marcas concorrentes, a BOTTEGA VENETA também está investindo na Índia, na China, Turquia, Ucrânia e Rússia, procurando atingir os consumidores famintos por produtos de luxo desses mercados emergentes. Além disso, no final de 2009, a marca italiana e a Coty, líder global no segmento de produtos para beleza, anunciaram a formação de uma exclusiva parceria para criar, desenvolver e distribuir uma linha de fragrância sob a grife BOTTEGA VENETA. Nos últimos anos uma prestigiosa lista de artistas tem contribuído para a criação de campanhas publicitárias da BOTTEGA VENETA, entre eles Alex Prager (2011), Nan Goldin (2010), Larry Sultan (2009), Nick Knight (2008), Sam Taylor-Wood (2008), Annie Leibovitz (2007), Tina Barney (2007), Lord Snowdon (2006), e Philip-Lorca diCorcia (2005).

A cada coleção, a marca italiana, que não ostenta tendências, persiste produzindo peças com um couro impecável, cores elegantes e modelos discretos. Crescendo silenciosamente e com um perfil discreto, sem alardear seu logotipo, a marca foi adotada por celebridades como a apresentadora Oprah e Jennifer Lopez, que apareceram em público utilizando seus exclusivos e sofisticados produtos. Nada mal para uma marca que tem aversão de mostrar seu logotipo.

Discrição para alcançar o sucesso
Atualmente a grife italiana, que possui bolsas cujos preços variam de US$ 1.500 a US$ 75.000, está sendo discretamente comparada a lendária Hermès e aparece como a segunda maior força do conglomerado de luxo PPR, atrás somente da Gucci. O segredo? A BOTTEGA VENETA mostrou que tem o DNA do luxo e cresceu porque soube se posicionar. O famoso lema da marca italiana, “Quando suas próprias iniciais são suficientes”, expressa uma filosofia de individualidade e confiança que está no centro do compromisso da BOTTEGA VENETA no que se refere ao luxo e ao artesanato insuperáveis. Até agora a marca se manteve autêntica, evitando aderir à “logomania” do luxo e atraindo cada vez mais aquele consumidor atualizado e avesso às ostentações mais óbvias. No longo prazo, esta é uma estratégia que preserva a integridade da marca.

Além disso, ao longo do tempo ela resistiu às tentações de abaixar seus preços para atingir um mercado maior e se tornar uma marca mais convencional e de alta difusão. Ao invés disso, concentrou-se em coleções bem direcionadas, mantendo sua qualidade diferenciada tanto na manufatura quanto no atendimento ao cliente, sem oferecer brindes ou descontos. Outro ponto forte que faz a marca se manter no topo é o fato de todos os produtos terem como característica diferencial a manufatura artesanal. Um exemplo disso é a bolsa Cabat, com uma produção anual limitada a no máximo 500 peças, vendidas a €3.000, podendo a chegar a €75.000, dependendo do material utilizado (couro de avestruz, crocodilo ou iguana). E a novidade é que essa característica foi trazida também para as jóias e para os objetos de decoração recentemente.

Dados corporativos
● Origem:
Itália● Fundação: 1966● Fundador: Vittorio e Laura Moltedo● Sede mundial: Vicenza, Itália
● Proprietário da marca:
PPR Group● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente:
Marco Bizzarri● Diretor criativo: Tomas Maier● Faturamento: €511 milhões (2010)
● Lucro: €133 milhões (2010)
● Lojas: 155
● Presença global:
80 países● Presença no Brasil: Não
● Funcionários:
1.536● Segmento: Moda de Luxo
● Principais produtos:
Sapatos, bolsas e acessórios● Ícones: O couro trançado e os sapatos de camurça● Slogan: When your own initials are enough.
● Website: www.bottegaveneta.com

A marca no mundo
Os exclusivos produtos da BOTTEGA VENETA, que incluem bolsas, artigos de vestuário para homens e mulheres, malas e jóias sofisticadas, entre outros itens, são comercializados nas mais sofisticadas lojas de departamento do mundo e em suas mais de 155 lojas próprias, localizadas em países como Itália, Estados Unidos, França, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Grécia, Rússia, Turquia, Japão, Índia, China, Hong Kong, Singapura, Indonésia, Kuwait, Malásia, Arábia Saudita e Dubai. Os produtos em ouro (bolsas, malas e carteiras) representam 83% das vendas, as roupas 7% e os sapatos 6%. Os maiores mercados da marca são: Ásia-Pacífico (31%), Japão (24%), Europa (26%) e América do Norte (16%).
Você sabia?● Em 2008, a BOTTEGA VENETA ganhou o prêmio de marca mais luxuosa do mundo organizado pelo Luxury Institute.
● No atelier da marca na cidade de Vicenza, trabalham 150 hábeis artesões especialistas na confecção de artigos em couro.








   

  


      

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A bolsa mais desejada

  MALETERIA DE LUXO


Pense em uma marca luxuosa. Agora pense em bolsas e malas. Certamente a marca que lhe veio à cabeça é a francesa LOUIS VUITTON. Assim, de maneira simples, apenas com duas palavras, pode ser resumido o conceito que envolve duas das letras mais famosas do alfabeto conhecido por viajantes há mais de um século: L e V. Duas letras poderosas capazes de levar mulheres do mundo todo a ficar em uma fila de espera para comprar uma bolsa em valor que passam facilmente dos três dígitos. Ou ainda fazer duas mil japonesas passarem a noite em claro, na calçada, aguardando a inauguração de uma loja. O segredo de seu sucesso é aliar qualidade e exclusividade, criar objetos de desejo em número limitado, que muitas sonham ter, mas nem todas conseguem. A LV é muito mais do que uma grife: uma lenda.
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A história

Tudo começou em 1851, quando para cada viagem do imperador francês Napoleão III, era trazido ao Palais des Tuilleries um jovem aprendiz de maleiro para embalar a bagagem da imperatriz Eugênia. O rapaz chamava-se Louis Vuitton, um suíço criado em Paris e filho de um marceneiro, que em 1854 fundou a MAISON LOUIS VUITTON MALLETIER na Rua Neuve-des-Capucines, no centro da capital francesa, próximo à famosa Place Vendôme. E mesmo depois de aberta a loja, ele ainda produzia sob encomenda produtos exclusivos e únicos, como um baú que virava cama, sob solicitação de um explorador europeu; outro baú que virava charrete, para um viajante muito especial; e ainda, um baú flutuante para os praticantes de balonismo que volta e meia caíam no mar. No ano seguinte, a Maison transferiu a oficina e a residência familiar para a pequena cidade de Asnières-sur-Seine, localizada cerca de 30 quilômetros de Paris. Desta forma, a produção estaria mais próxima dos fornecedores da madeira que servia de estrutura para as malas. Além disso, a empresa aproveitaria do transporte fluvial para o escoamento de sua produção.

Vou mostrar alguns modelos da marca mais desejada do mundo bjss !!

                             


                                                  

                                         


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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tendência Verão 2012

   PEEP-TOE

Escolha uma cor neutra como base e brinque com o mix de texturas e estampas para dar força e compor o look.